Medalha de Extremadura a Ir Cristina Arana Astigarra

[Provincia Espanha-Sul (SAM)] Irmã Cristina Arana Astigarraga, foi uma das sete pessoas destacadas com a Medalha da Extremadura para a sua vida dada para aqueles que mais necessitam. Juntamente com ela foram reconhecidos o jornalista de Dom Benito, Angel Sastre Canelas, a pesquisadora Maria Victoria Gil Alvarez, a Federação Extremadura de Bandas e o grupo Manancial Folk, o pintor já falecido Jaime de Jaraiz e o chefe da Casa Extremadura em Sevilha, Gonzalo Martín Domínguez.

Ir. Cristina é de Vergara (Gupúzcoa), ela tem 94 anos. Ela chegou em Badajoz de Cáceres em 1975, onde trabalhou na comunidade que as Filhas da Caridade tinham no Hospital da Cruz Vermelha.

Em Badajoz trabalhou no Hospital Provincial e, de maneira muito especial, com reclusos, já que foi membro da Pastoral Penitenciária durante 30 anos.

Muitas pessoas a relacionam com a capela do Padre Rafael, a qual dedicou muitas devoções: abrir suas portas, atender a gente que chegava, cuidá-la…

Seu trabalho estendeu-se também, durante muitos anos ao refeitório social Virgem da acolhida de Badajoz que as Filhas da Caridade  possuem na rua Martín Cansado da capital pacense, onde diariamente  recebem alimentos mais de uma centena de pessoas e contam com o serviço de lavandaria e banho para pessoas sem lar. «Ela dedicou toda a sua vida as pessoas mais vulneráveis o que a torna merecedora do máximo reconhecimento que outorga a Comunidade», reteirou o chefe do executivo regional.

No entanto ela disse «NÃO POSSO, NÃO QUERO, NÃO DEVO» // Este galardão deve outorgar-se á congregação das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo na sua totalidade. «Não fiz nada de extraordnário, somente cumprí com mina obrigação. Não sou uma pessoa que tenha sobressaido em alguma coisa, senão uma simples Irmã, e não colam essas coisas. Não poss, não quero, não devo», insistiu, então ela acredita que o prêmio deve ser dado à congregação na sua totalidade.

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